domingo, 10 de dezembro de 2017

Trembolona – o que você precisa e deve saber antes de usar




Posso afirmar, sem sombras de dúvidas, que os usuários de esteroides anabolizantes  acham esse um dos hormônios mais desejáveis em um ciclo. É tema de música, inclusive, onde se ressalta alguns de seus efeitos negativos como sudorese, insônia, roid rage e tosse. Mas quais são as informações em que você pode acreditar e o que é mais mito que verdade?

Nem tudo o que você lê é verdade ou é uma verdade absoluta. Possíveis efeitos colaterais vão existir em qualquer medicamento. Qualquer um mesmo! Você já leu a bula da aspirina? Se você se incomodar com as possíveis reações colaterais, nem mesmo esse “remedinho popular” será usado. E não é exagero! Comprove lendo a bula da dipirona ou qualquer outro analgésico comumente usado sem prescrição médica.

Com a trembolona não é diferente. Muitos a consideram problemática, assustadora, ao se depararem com possíveis efeitos colaterais como sudorese noturna, aumento da agressividade e redução de desempenho aeróbio. Mas posso garantir que para a maioria dos usuários serão efeitos leves, algo que todos podem lidar ou mesmo serão efeitos inexistentes. Há muito folclore em torno da trembolona.
Se você utiliza trembolona no seu ciclo, combine com algum tipo de testosterona. As versões acetato, enantato ou ciclohexilmetilcarboato não devem ser utilizadas como droga única em um ciclo de esteroides. Testosteronas agem como sinergistas e potencializam o efeito desejado.

Além disso, os níveis de estradiol caem muito quando a trembolona é usada sozinha, pois a produção de testosterona é suprimida, impedindo a produção natural de estradiol. Tradicionalmente, a testosterona e o estradiol foram considerados hormônios sexuais masculino e feminino, respectivamente. No entanto, o estradiol também desempenha um papel fundamental na função sexual masculina. Estradiol em homens é essencial para a modulação da libido, a função erétil e espermatogênese.

Como a trembolona não aromatiza (não se converte em estrogênio) passa a existir pouquíssimo substrato disponível para ser aromatizado e a produção de estrogênio fica muito baixa, causando perturbações de humor e de libido, além de gerar problemas nas articulações.

Essa situação desfavorável pode ser evitada combinando-se testosterona (100mg por semana, no mínimo), dianabol (de 10 a 20mg por dia) ou HCG (500UI, duas vezes na semana) no ciclo.

Então, vou insistir mais uma vez: a trembolona deve ser combinada para que se comporte da maneira mais anabólica possível. A combinação trembolona e dianabol cria um efeito muito poderoso. Mesmo que a quantidade total em miligramas de esteroides seja igual por semana, os resultados são muito melhores quando uma combinação é usada do que quando estes esteroides são usados sozinhos. Por exemplo, 50 mg/dia de trembolona acetato combinado 50 mg/dia de dianabol fornece resultados muito melhores num ciclo de esteroides do que se usar 100 mg/ dia de acetato de trembolona ou 100 mg/ dia de dianabol sozinhos. Eu não recomendaria o uso único dessas drogas em um ciclo de esteróides, mas a combinação trembolona/dianabol pode produzir mudanças incriveis no fisico de uma pessoa.

Já o comportamento da trembolona quando combinado com oxandrolona, primobolan ou masteron é completamente diferente. Se forem mantidas as quantidades em miligramas, o uso de uma destas combinações não é melhor do que se fosse usado apenas a trembolona. Embora seja aceitável combinar estas drogas, o objetivo não deve ser o de conseguir um aumento do efeito total. Tais combinações podem ser úteis, no entanto, para reduzir efeitos secundários.

O acetato de trembolona é normalmente utilizado em doses de 35-150 mg/dia, e mais tipicamente de 50-100 mg/dia. Dosagens menores, 30 mg, por exemplo, geralmente só são apropriadas quando se tem uma alta sensibilidade a efeitos colaterais específicos causados pela trembolona. Quando o uso de trembolona é assim tão baixo, e um ciclo eficaz é desejável, deve ser acrescentado um outro esteróide anabolizante injetável, como o masteron ou testosterona.

No que toca à dose màxima, sugiro 150 mg/dia, dose normalmente usada para efeitos de aumento da estimulação do sistema nervoso, quando comparado com 100 mg/dia , e não por aumento da massa muscular ou melhorias de resistência fisica, já que estes são potenciados ou quase maximizadas a uma dose de 100 mg/dia.

A maioria dos usuários acham 50-75 mg/dia a faixa de dosagem ideal, dando excelentes resultados quando usada em combinação com outra droga.

Estas quantidades de miligramas são, de certa forma, baixas para um esteróide anabolizante injetável. Isto em parte deve-se à eficácia muito elevada da trembolona (eficácia por miligrama.). As doses semanais totais de trembolona enantato são ligeiramente mais elevadas do que no acetato de trembolona. Para a trembolona enantato, a dose semanal total é tipicamente 300-800 mg.

Ao contrário de acetato de trembolona, que tem uma meia-vida de apenas cerca de 1 dia o que faz com que tenha de ser injetado diariamente, a trembolona enantato é tipicamente injetada 2-4 vezes por semana. A meia-vida é aproximadamente de 5 dias.

Embora os resultados de ganho de massa muscular com a trembolona possam ser alcançados com quantidades elevadas de miligramas de outros esteróides anabolizantes injetáveis​​, a trembolona difere deles em ser mais forte como um antagonista de glicocorticóides (cortisol) e na diminuição dos níveis de corticosteróides no sangue. Por este motivo, a trembolona reduz a retenção de água subcutânea. Além disto, este efeito anti-cortisol pode fazer uma diferença significativa na perda de gordura. Também pode ser uma explicação parcial ao aumento da tendência para a agressão que, por vezes, é visto quando se usa trembolona (roid rage).

A última coisa incomum sobre trembolona a ser mencionada é a “trem tosse”. Este é um breve episódio que pode ocorrer com apenas uma pequena porcentagem de injeções, talvez nem mesmo 1%. Esta tosse pode ser muito desagradável durante um minuto ou dois. 

A explicação mais provável é a ocorrência de um efeito irritante causado por uma pequena quantidade da preparação de óleo que entra na corrente sanguínea, não por injeção direta numa veia, mas por vazamento para dentro de um vaso sanguíneo pequeno que foi cortado quando a agulha foi inserida. Não há nenhuma evidência de danos permanentes associados à “trem tosse”

Se estiver inseguro sobre a resposta pessoal à trembolona, a versão acetato é preferivel, visto que é eliminado do corpo mais rapidamente. É também muito desejável para um ciclo curto ou para as semanas finais de ciclos mais longos, pois a eliminação rápida proporciona uma rápida transição de elevados níveis hormonais para melhores resultados para níveis mais baixos, permitindo a recuperação.

Embora o uso de trembolona não seja necessária para alcançar resultados excelentes num ciclo de esteróides anabólicos, este composto pode ser uma ajuda temenda para obter estes resultados

Dados técnicos sobre a trembolona
Trembolona é um derivado de nandrolona, ​​em que falta o grupo metilo na posição 19. Trembolona liga-se fortemente tanto ao receptor de andrógenos quanto ao receptor de progesterona. Esta ligação forte, torna a trembolona um agonista do receptor de progesterona. Embora as pessoas geralmente acreditem que agonistas da progesterona causem ginecomastia, agonistas de progesterona resultam na regulação baixa dos receptores de estrogênio. Esta forte ligação com o receptor de progesterona também é responsável, acredita-se, por ser a origem da perda da libido em uma boa parcela de usuários de trembolona. Como mencionado, trembolona se liga fortemente ao receptor de androgênio (mais forte do que qualquer androgênico disponível comercialmente) e não é metabolizado em metabólitos 3-alfa no músculo esquelético causando ganhos rápidos de força e volume muscular.
 
Trembolona parece ter um efeito antiglucocorticóide em animais, mas não há razão para acreditar que isso não ocorre em humanos também. Existem estudos na literatura que mostram que a trembolona seja menos potente em tecidos com níveis elevados de 5-alfa-redutase.



Esta é exatamente a mesma coisa que é visto com nandrolona, ​​e desde que a trembolona também é um esteróide 19-nor, é razoável supor, com base nesta evidência, que trembolona é de fato 5-alfa reduzido a metabólitos menos potentes. Isto também explica, em parte, os relatórios de ginecomastia que são vistas com trembolona, ​​embora ela não se converta ao estrogênio. A estimulação androgénica diminuída como resultado da produção de menos 5-alfa androgénios reduzidos perturba o equilíbrio androgênio x estrogênio que resulta em maior sinalização estrogênica na mama e no hipotálamo.
 
O principal problema com a trembolona são as famosas falsificações ou tentativas de se fazer a própria em laboratórios under, o é que é muito difícil (se não impossível) encontrar uma preparação que seja feita para o consumo humano, além da Landerlan.
 
A maior parte da trembolona que está atualmente disponível no mercado negro é feita a partir de implantes de gado chamados Finaplix. Vários laboratórios underground criaram versões injetáveis ​​deste medicamento por dissolução dos pellets num solvente. Kits também estão disponíveis através de muitas fontes que permitem que uma pessoa possa fazer a sua própria solução injetável em casa. Confiável ??? Eu diria que não.

O problema com estas versões under e misturas caseiras é que eles não são produzidos de uma forma estéril. Isto pode conduzir a abcesso, choque anafilático e até mesmo, morte. Além disso, os solventes utilizados para dissolver os pellets não são destinados a ser injetados e podem trazer vários problemas, com a possibilidade adicional de envenenamento.
 
Trembolona está disponível com acetato, enantato ou, ocasionalmente, os ésteres hexahydrobenzylcarbonate. O éster de etilo é injetado diariamente ou a cada dois dias e estava anteriormente disponível como produto veterinário chamado Finaject, que já não é produzido. O éster enantato é produzido por laboratórios under e pode ser injetado a cada 7-10 dias, mas provavelmente é injetado com mais freqüência pelos usuários de esteroides. O éster hexahydrobenzylcarbonate foi originalmente produzido como um produto de uso humano de grau farmacêutico com o nome Parabolan mas não foi feito em um longo período de tempo. Parece aparecer em preparações under ao longo do tempo e tem uma meia-vida semelhante como o éster enantato e, portanto, é injetado semanal ou quinzenal. Atualmente, a Landerlan produz a trembolona para uso humano.

A trembolona é um anabolizante muito potente que pode produzir aumentos dramáticos no peso e na força, especialmente quando combinada com outros anabolizantes. Junto com essa potência vem a probabilidade de efeitos colaterais androgênicos, como a hipertensão arterial, acne e perda de cabelo, entre outros. Este esteróide também tem a reputação de ser tóxico para os rins. Não há evidência direta para este efeito colateral na literatura científica, mas uma vez que os rins não respondem à estimulação androgénica e trembolona pode causar hipertensão, o que também pode causar danos aos rins, deve ser tomado cuidado.

Agora você possui um guia definitivo sobre a trembolona e pode beneficiar-se desse poderoso esteroide anabolizante. Mais uma vez: cuidado com o que você lê na internet. APRENDA TUDO SOBRE ESTERÓIDES ANABOLIZANTES : PROGRAMAJEKYLL AND HYDE - O LIVRO NEGRO DOS ESTERÓIDES




Até a próxima!

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Guia Definitivo do Dianabol




Dianabol é o nome comercial da droga metandrostenolona, ​​também referida como metanienona em muitos países. A metandrostenolona é um derivado da testosterona, modificada para que as propriedades androgênicas do hormônio (responsável pela masculinização) tenham seus efeitos reduzidos e as propriedades anabolizantes (construção de tecido muscular) sejam preservadas. Por possuir um nível mais baixo de androgenicidade relativa do que a testosterona, a metandrostenolona é classificada como um esteróide "anabólico" embora ainda haja um lado androgênico distinto.
Esta droga foi projetada, e é vendida principalmente, como um medicamento oral, embora também possa ser encontrado em uma série de soluções veterinárias injetáveis. Dianabol é hoje, historicamente, o mais comum esteroide anabólico / androgênico usado para aprimoramento de desempenho e propósitos estéticos.  

História
A metandrostenolona foi descrita pela primeira vez em 1955. Foi lançada no mercado de medicamentos prescritos nos Estados Unidos em 1958, sob a marca Dianabol da Ciba Pharmaceuticals. A Ciba desenvolveu a metandrostenolona com a ajuda do Dr. John Ziegler, que era o médico de várias equipes olímpicas dos EUA, incluindo o levantamento de peso.
Ziegler percebeu que os russos estavam abusando fortemente de testosterona em seus atletas de força (desde sempre, né). De acordo com Ziegler, o hormônio estava tendo efeitos colaterais visíveis, e um atleta teve um aumento tão profundo da próstata que ele foi forçado a urinar com a ajuda de um cateter. 

Enquanto trabalhava com a Ciba, a empresa testou um esteróide (sintetizado anteriormente) que reduziu a androgenicidade se comparado com a testosterona, mas com a propriedade de construção de massa mantida (anabolismo). Isso foi feito alterando-se a estrutura química básica da testosterona de uma forma que alterou o seu metabolismo e disposição no corpo. Com a ajuda do Dr. Ziegler, a Ciba trouxe para o mercado um dos mais eficazes "anabolizantes" orais e medicamentos a base de esteróides já conhecidos: a metandrostenolona (diana para os íntimos).

O sucesso da droga foi rápido e de grande alcance. Os atletas do Dr. Ziegler estavam rapidamente tendo ótimos avanços em suas carreiras competitivas com a ajuda do medicamento. Segundo os relatórios, Ziegler também parecia estar muito impressionado, pelo menos por um tempo.
Mas, no início da década de 1960, estava começando a parecer que Dianabol havia provocado uma grande onda de abuso de esteróides em esportes competitivos. As primeiras recomendações de Ziegler sugeriam apenas 5 mg por dia ou até 15 que foram ignorados, em grande parte por atletas, que desenvolveram sua própria estratégia de dosagem (e potencialmente perigosas). O dr. Ziegler logo se tornou desconfortável com o uso indevido da droga e tornou-se uma voz de oposição ao doping esportivo. O dianabol foi tipo um Frankstein dos esteroides: seu criador perdeu o controle sobre suas ações. 

Em 1967, aproximadamente 10 anos após a primeira introdução do dianabol aos atletas, a FDA condenou categoricamente o uso de esteróides anabolizantes nos esportes. Já em 1965, o dianabol estava começando a cair na “malha fina” da US Food and Drug Administration, que pediu que a Ciba esclarecesse o uso médico do dianabol, que foram declarados como “ajuda para pacientes em estados debilitados”. 

Em 1970, A FDA aceitou que o dianabol era "provavelmente eficaz" em tratamento de osteoporose pós-menopausa, deficiência pituitária e nanismo. Essas mudanças foram refletidas nas recomendações de prescrição de drogas durante a década de 1970, e a Ciba foi autorizada a continuar vendendo e estudando o agente. A Ciba eventualmente perdeu a proteção de patente, no entanto, e empresas como Parr. Barr, Bolar e Rugby foram introduzindo seu genérico no mercado.

Versão do medicamento
No início dos anos 80, a FDA havia retirado o seu "provavelmente eficaz" no nanismo e deficiência da glândula pituitária e continuou pressionando a Ciba para mais esclarecimentos, os quais nunca vieram, e, então, em 1983, a Ciba oficialmente retirou o dianabol do mercado dos EUA. 

Talvez o desinteresse financeiro tenha dado uma mãozinha para o seu abandono, pois a Ciba teria que investir uma grana para manter o medicamento aprovado. A FDA retirou todos os genéricos e formas de metandrostenolona do mercado dos EUA em 1985, uma época em que a maioria das nações ocidentais também estavam eliminando a droga, achando sua existência justificada principalmente por doping esportivo. A metandrostenolona ainda é produzida hoje, mas tipicamente em países com regulamentos mais “liberais” para medicamentos prescritos, e por empresas que ainda preferem atender a um mercado esportivo underground.

Como é fornecido
A metandrostenolona está disponível tanto para humanos quanto para mercados de medicamentos veterinários. Composição e dosagem podem variar de acordo com o país e o fabricante. 

A metandrostenolona foi concebida como um anabolizante esteroide oral contendo 2,5 mg ou 5 mg de esteróide por comprimido (dianabol original). As marcas modernas geralmente contêm 5 mg ou 10 mg por comprimido. A metandrostenolona também pode ser encontrada em preparações veterinárias injetáveis. Estes são tipicamente baseados em soluções oleosas que contém 25 mg / ml de esteróides.

Características estruturais
A metandrostenolona é uma forma modificada de testosterona. Ela difere por: (1) a adição de um grupo metilo no carbono 17alfa para proteger o hormônio durante a administração oral e (2) a introdução de uma ligação dupla entre os carbonos 1 e 2, o que reduz sua androgenicidade relativa.
O esteróide resultante também tem um agente muito mais fraco no que diz respeito à afinidade de ligação do receptor de andrógenos do que a testosterona.

Efeitos colaterais (estrogênicos)
A metandrostenolona é um esteroide moderadamente estrogênico. A ginecomastia é, muitas vezes, uma preocupação durante o ciclo e pode apresentar-se bastante cedo (particularmente quando doses mais elevadas são usadas). Ao mesmo tempo, a retenção de água pode se tornar um problema, causando uma notável perda de definição muscular. Pessoas sensíveis podem, portanto, querer manter o estrogênio sob controle com a adição de um antiestrogênio como Nolvadex  ou Proviron. Uma outra alternativa é usar um inibidor de aromatase como Arimidex (Anastrozol), que é um remédio mais efetivo para controle de estrogênio. Os inibidores da aromatase, no entanto, podem ser bastante caros e ter um efeito negativo nos lipídios sanguíneos. 

É interessante notar que a metandrostenolona é estruturalmente idêntica a boldenona, exceto que contém o grupo c17-alfa-metilo. Este fato deixa claro o impacto de alterar um esteróide de tal maneira e como estes dois compostos parecem agir de forma muito diferente no corpo. Uma diferença fundamental está na tendência dos efeitos colaterais estrogênicos. O Equipoise (undecilenato de boldenonao) é conhecido por ser bastante leve a este respeito, e os usuários geralmente tomam esse medicamento sem a necessidade de adicionar um antiestrogênio. A metandrostenolona é muito mais estrogênica, muitas vezes necessitando de uso de antiestrogênio. Mas essa diferença não é causada pelo fato da metandrostenolona ser mais facilmente aromatizável. Na verdade, o grupo 17-alfa-metilo e a dupla ligação ao carbono 2 retardam o processo de aromatização consideravelmente. A questão é realmente causada porque a metandrostenolona converte-se em 17-sulfametastradiol, uma forma mais biologicamente ativa de estrógeno do que o estradiol.

Efeitos colaterais (androgênicos)
Embora classificado como um esteróide anabólico, os efeitos referentes ao lado androgênico ainda são comuns com esta substância. Isso pode incluir pele oleosa, acne e crescimento de pelos no corpo e rosto. Os esteróides anabolizantes e androgênicos também podem agravar a perda de cabelo nos meninos. Indivíduos sensíveis aos efeitos androgênicos da metandrostenolona podem usar um anabolizante mais suave, como Deca-Durabolin (nandrolona). As mulheres também devem ser avisadas dos potenciais efeitos virilizantes de esteroides anabolizantes androgênicos, que podem incluir um engrossamento da voz, irregularidades menstruais, mudanças na textura da pele, pelos no rosto e aumento do clitóris.
 
Enquanto a metandrostenolona se converte em um potente esteróide através da interação com a enzima 5 alfa redutase (a mesma enzima responsável pela conversão da testosterona em dihidrotestosterona), tem uma baixa afinidade para fazer isso. O 5-alfa metabólito androgênico dihidrometandrostenolona é produzida apenas em vestígios.

Efeitos secundários (hepatotoxicidade)
A metandrostenolona é um composto c17-alfa alquilado. Esta alteração protege o medicamento da desativação pelo fígado, permitindo uma porcentagem muito alta da entrada dessa substância na circulação sanguínea após a administração oral. Esse tipo de esteroide alquilado podem ser muito hepatotóxico. Uma exposição prolongada ou alta dosagem pode resultar em dano no fígado e, em casos muito raros, com risco de vida. É aconselhável consultar um médico periodicamente durante cada ciclo para monitorar a função do fígado. 

A ingestão de c17-alfa alquilado geralmente deve ser limitado a 6-8 semanas, em um esforço para evitar distúrbios no fígado. Estudos mostram que várias semanas de administração de metandrostenolona oferece um mínimo de estresse hepático, desde que seja administrado com uma dosagem de 10 mg por dia ou abaixo disso. Com uma dose de 15 mg por dia, a maioria dos pacientes começarão a demonstrar uma função do fígado prejudicada, medida através da elevação na retenção de bromossulfaleína (um marcador de estresse hepático). Mesmo em 2,5 e 5 mg por dia, elevação da retenção de bromossulfaleína foram relatados em pacientes. Complicações hepáticas graves são raras, dada a natureza periódica em que a maioria das pessoas usa esteróides anabolizantes / androgênicos orais. O perigo maior ocorre ​​especialmente com doses elevadas e / ou períodos de administração prolongados. 

O uso de um suplemento de desintoxicação do fígado, como o Stabil, Liv-52 ou Essentiale Forte é aconselhável ao se usar quaisquer esteróides anabolizantes / androgênicos hepatotóxicos.

Efeitos secundários (cardiovasculares)
Os esteróides anabolizantes e androgênicos podem ter efeitos prejudiciais sobre o colesterol. Isso inclui uma tendência a reduzir o HDL e aumentar o LDL (“bom” e “ruim”, respectivamente, apesar da ciência moderna não usar mais esses termos) 

O impacto relativo de um esteróide anabólico / androgênico sobre os lípidos séricos depende de alguns fatores como a dose, via de administração (oral versus injetável), tipo de esteróide (aromatizável ou não aromatizável) e nível de resistência ao metabolismo hepático. 

A metandrostenolona tem um forte efeito sobre o controle do colesterol hepático devido à sua resistência estrutural á degradação do fígado e à via de administração. Os esteróides anabolizantes e androgênicos também podem afetar negativamente a pressão sanguínea e triglicerídeos, reduzir o relaxamento do endotélio e ajudar na hipertrofia ventricular esquerda, todos fatores potenciais no aumento do risco de doença cardiovascular e infarto do miocárdio. 

Para ajudar a reduzir a tensão cardiovascular, é aconselhável que se mantenha um programa ativo de exercícios cardiovasculares, sempre prescrito por um profissional de Educação Física, e minimizar a ingestão de gorduras saturadas, colesterol e carboidratos simples durante a administração da droga, complementando a dieta com ômega 3 e um antioxidante, como Lipid Stabil ou um produto similar.

Efeitos colaterais (supressão de testosterona)
Todos os esteróides anabolizantes e androgénicos quando tomados em doses suficientes para promover o ganho muscular suprimem a produção endógena de testosterona, isso é inevitável. A metandrostenolona não é uma exceção, e é conhecida por sua forte influência sobre o eixo HPT (hipotálamo-pituitaria-testicular). 

Estudos clínicos que submeteram 15 mg por dia em homens durante 8 semanas fizeram o nível de testosterona no sangue cair em 69%. Sem a intervenção de substâncias estimuladoras da testosterona, os níveis devem voltar ao normal dentro de 1-4 meses a partir do término do uso. Observe que com o uso prolongado, hipogonadismo hipogonadotrófico pode se desenvolver no abuso de esteróides, necessitando de intervenção médica.  
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Administração (Geral)
Estudos demonstraram que tomar um esteróide anabolizante oral com alimentos pode diminuir sua biodisponibilidade. Isso é causado pela natureza solúvel em gordura dos hormônios esteróides, que pode permitir que alguma droga se dissolva com a gordura dietética não digerida, reduzindo sua absorção no trato gastrointestinal. Para uma utilização máxima, este esteróide deve ser tomado com o estômago vazio.

Administração (Homens)
As diretrizes de prescrição originais do dianabol pediram por uma dosagem diária de 5 mg. Isso deveria ser administrado em um período intermitente, com a droga tomada por não mais de 6 semanas consecutivas. Posteriormente, uma pausa de 2 a 4 semanas foi sugerida antes que a terapia fosse retomada. Para melhorar o desempenho ou condição física, a droga também é usada intermitentemente, com ciclos entre 6 e 8 semanas de duração, seguido de 6-8 semanas de folga. Embora uma dosagem baixa de 5 mg por dia possa ser eficaz para melhorar a condição física, atletas acabam usando uma dosagem muito superior a isso. Uma dosagem diária de três a seis comprimidos de 5 mg (15-30 mg) é mais comum, e geralmente produz muito mais resultados. Alguns se arriscam ainda mais na dosagem, mas esta prática geralmente leva a uma incidência maior de efeitos colaterais, e geralmente é desencorajada. 

O dianabol combina bem com uma variedade de outros esteroides mas mostrou-se muito interessante ao misturar-se com Deca-Durabolin (nandrolona), por exemplo. Juntos, pode-se esperar ganhos excepcionais de músculo e força, com efeitos colaterais não muito piores do que seria com o dianabol sozinho. Para ganhos de massa pura, um éster de testosterona de ação prolongada como o enantato ou cipionato pode ser usado. Como o dianabol possui altas propriedades estrogênicas / androgênicas, no entanto, os efeitos colaterais devem ser mais pronunciados. Como discutido anteriormente, devem ser adicionados medicamentos auxiliares para reduzir os efeitos colaterais associados a este tipo de ciclo.
A meia-vida do dianabol é de apenas 3 a 5 horas. O esquema de dosagem diária única (tomado apenas uma vez) produzirá uma concentração da droga variável a nível sanguíneo, com altos e baixos ao longo do dia. O usuário deve, pois, dividir a ingestão dos comprimidos durante o dia ao invés de ingerir todos ao mesmo tempo para tentar regular a concentração no sangue. 

Isso, no entanto, produzirá um nível de concentração no sangue mais baixo do que se os comprimidos fossem tomados de uma só vez, então pode haver um trade-off (linguajar comum nos meios de usuários de drogas nos EUA) com esta opção. Ambas as opções funcionam bem, mas a evidência parece apoiar doses diárias únicas como sendo melhor para resultados gerais. Com tal cronograma, parece lógico que tomar as pílulas no início do dia seria ótimo. Isso permitiria um número considerável de horas diurnas para um metabolismo rico em andrógenos para aumentar a absorção de nutrientes, especialmente na crítica hora após treinamento. 

Trade-off e tradeoff são termos da língua inglesa que definem uma situação em que há conflito de escolha. Ele se caracteriza em uma ação econômica que visa à resolução de problema mas acarreta outro, obrigando uma escolha.

Administração (Mulheres)
Sendo moderadamente androgênico, o dianabol é um esteroide popular apenas entre homens. Quando usado por mulheres, serão fortes os sintomas de virilização. Estudos demonstraram que a maioria das mulheres sofrerá com acne, que é indicativo de androgenicidade, em uma dosagem de apenas 10 mg por dia.

Disponibilidade
Formas farmacêuticas legítimas da metandrostenolona são raras. A medicina ocidental removeu completamente este esteróide, alegando não possuir real valor terapêutico. Sua existência potencial é vista apenas para uso estético e atlético e, portanto, você não vai encontrar dianabol legítimo sendo produzido nos EUA, Canadá ou Europa Ocidental. Esta droga é feita exclusivamente em áreas como a Ásia, América do Sul (limitada) e Europa Oriental. Ignore qualquer coisa rotulada como italiano ou espanhol, é uma cilada! Eles não serão legítimos! 

Em relação a alguns dos produtores de drogas legítimas no mercado negro, você encontra os famosos comprimidos da Tailândia (da British Dispensary). Devido à falsificação desenfreada, o fabricante instituiu três formas de segurança. A primeira é um adesivo holoáfico. A segunda, os próprios comprimidos são impressos com a forma da cobra da empresa. Por fim, a embalagem de 1000 comprimidos traz o logotipo da empresa na tampa de plástico. 


Note-se que a Anabol está em tão alta demanda que alguns falsificadores avançados estão duplicando os hologramas da British Dispensary, com corantes personalizados para os comprimidos e potes de plástico impressos com o logo da empresa. Eles parecem muito com o produto original, mas todos, até agora, falharam em pequenos detalhes. Certifique-se de comparar os recursos do seu produto com o Anabol real nas fotos originais disponíveis na internet. Observe que o produto traz um número de lote impresso pelo computador e data de validade. 

A British Dispensary também fabrica uma versão de 10 mg chamado Anabol 10. Este produto traz as mesmas características de segurança do produto regular, mas em um pacote menor, amarelo e branco, com comprimidos idênticos, na forma, à versão de 5 mg, e também carregam o logotipo da empresa impressa neles. A única diferença é a sua cor, que é amarela em vez de rosa. 

O genérico "Russian D-Bol" (METAHAPOCTEHOROH) ainda é produzido na Rússia por Akrikhin (o nome parece ser Akpnxnh em cirílico). A caixa atual é de cor roxa e carrega 10 tiras de 10 comprimidos cada. Essa foi muito popular no Brasil na década de 90, conhecida como o famoso “dianabol russo” e, como tal, também foi uma falsificação regular. A maioria das falsificações foram pequenas cópias do original, muitas vezes vindo em potes de comprimidos soltos em vez de blister. 

Isso não quer dizer que a versão em tiras de comprimidos assegura uma compra segura, no entanto, tome cuidado em comparar seu produto com as fotos originais. O fabricante começou a fazer uma versão deste produto para o mercado ucraniano e o nome que aparece na embalagem é Akpixih. Alguns “especialistas sem noção” identificaram erroneamente esta grafia como falha, acreditando que isso fosse um erro ao se escrever Akpnxnh, mas não é. 

O Naposim, versão da Romênia ainda está disponível. Ele vem em uma caixa branca, contendo 10 comprimidos triangulares. Observe que o Naposim real tem data e número de lote em ambas as extremidades. Algumas falsificações no passado ignoraram isso, colocando-os apenas em uma extremidade. Além disso, há uma pequena “ponta” (formando um pequeno mamilo) no centro de cada bolha de comprimidos no Naposim real. 

Fakes deste produto foram fabricados sem essa ponta e são lisos nas bolhas de comprimidos. Além disso, certifique-se de que o triângulo em seus comprimidos é afiado e uniforme. Uma fake recente foi visto e se parece mais com emblemas da Star Trek do que com triângulos. Além disso, note que algumas tiras são encontradas com o nome genérico metandienona em vez de metandienonum, simplesmente como a empresa rotula o produto para exportar. 

Danabol DS da Body Research / March Pharmaceutical, uma empresa na Tailândia também está disponível. Os comprimidos são feitos sob a forma de diferentes corações, com comprimido azul pequeno. 

Methandon e Melic da Tailândia são itens legítimos, e vêm embalados em recipientes de 1.000 comprimidos cada. Ambos os produtos são relativamente raros no mercado negro, embora acredite-se que ambos estão estejam em produção. Ambos os produtos têm 5 lados (pentágono) são rosas e são muito semelhantes. O Methandon (que antigamente era um comprimido branco liso carrega as letras "ES" gravadas neles. 

O Anabolex 3mg da República Dominicana é uma compra segura. Note-se que cada comprimido contém um adicional de 1,5 mg de Periactin, usado como estimulante do apetite. É um anti-histamínico e pode causar sonolência. 

Metanabol da Polônia é outra marca legítima, mas tenha certeza de comprar estas só em tiras de 20 comprimidos, como se mostra na biblioteca de imagens na internet.

Balkan Pharmaceuticals na Moldávia faz um metandrostenolona chamado Danabol. Vem em blisters de plástico de 20 comprimidos cada. 

Jinan Pharmaceuticals faz uma versão de 10 mg na China para exportação, chamada Anahexia. Ele vem em folhas e tiras plásticas de 20 comprimidos cada.

Esse foi o guia definitivo do Dianabol. Com ele, você conheceu a metandrostenolona, o princípio ativo do famoso dianabol, de onde surgiu, qual a dosagem, proteções, etc.

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