terça-feira, 30 de setembro de 2014

Um pouco mais sobre a rosca scott

O maior braço de momento da resistência acontece quando o antebraço está paralelo ao chão.

Quando a barra chega em cima da articulação do cotovelo, não há braço de momento da resistência e, portanto, não há produção de torque. A flexão, além deste ponto, passa a ser controlada por uma contração isotônica excêntrica do tríceps braquial.

Na posição de completa extensão, a resistência ainda possui um braço de momento. O torque da resistência neste ponto do movimento pode lesar a articulação do cotovelo. Esta deficiência do uso de peso livre pode ser retirada do exercício, se este for realizado com um cabo ou elástico (fig.8.2 c). Note que no final da extensão não há braço de momento para a resistência nem torque no sentido da hiperextensão do cotovelo, o que aumenta a segurança do exercício.

Na posição de 90° de flexão, o braço de momento do bíceps braquial é o maior de toda a amplitude articular, portanto, é o ângulo em que este músculo consegue produzir o maior torque.

O ângulo de maior produção de torque do braquial é a 100° de flexão do cotovelo.

O apoio dos braços evita a movimentação dos ombros durante a flexão do cotovelo e isola a ação dos flexores.

Este exercício não exige equilíbrio e, portanto, não exige a ação de músculos estabilizadores.

O componente translatório é de compressão articular no começo da flexão e descompressão articular no final do movimento.

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