segunda-feira, 20 de março de 2017

Você conhece a piperina?




Atualmente, muitas empresas incluem em seus suplementos um componente chamado piperina. A piperina é um extrato alcalóide extraído principalmente de pimenta preta (Piper nigrum L.) que é responsável pelo sabor picante desta especiaria. Este extrato é comercializado como um suplemento dietético e é usado para aumentar a absorção de uma variedade de nutrientes

A pimenta tem sido cultivada desde há centenas de anos nas regiões do sul da Índia e tem sido tradicionalmente usado como um complemento e alternativa para algumas terapias medicinais. A piperina é extraída da pimenta por meio de vapor ou por destilação e atribuída muitos efeitos benéficos, tais como a melhoria na biodisponiblilidade de algumas substâncias alimentares e medicamentos, bem como para aumentar a absorção de vários nutrientes.
Uma das atividades biológicas mais reconhecidas, é a capacidade de aumentar a termogênese corporal em uma função totalmente natural, que produz um aumento na queima de gordura corpórea e como fator ainda muito influente na regulação da composição do corpo humano.

O efeito termogênico, é o mais interessante no esporte, e este efeito termogênico pode ter um efeito sinérgico quando combinado com outras substâncias que também possuem efeito termogênico, como a cafeína, a capsaicina ou niacina.  

O efeito mais pronunciado de piperina é o seu efeito sobre a absorção de nutrientes no intestino. Além disso, é demonstrado a capacidade de aumentar as concentrações plasmáticas em vários medicamentos

Muitos estudos sugerem que o efeito combinado de piperina com outros suplementos tais como a cafeína, a capsaicina ou niacina, resulta num aumento da resistência ao exercício físico.

Muitos estudos mostram que a piperina possui uma atividade anti-inflamatória. Apesar de não ser totalmente comprovada, algumas evidências científicas sugerem que a piperina inibe o crescimento de células cancerosas cultivadas no cólon.

A piperina pode ter alguma atividade antidepressiva, aumentando a neurotransmissão de serotonina e dopamina, dois produtos químicos que são muitas vezes deficientes em pessoas deprimidas.

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